Primeiro post
Nunca soube o que escrever no primeiro post. É a primeira página em branco de um espaço sem páginas. Se me perguntar quantas vezes já fiz “o primeiro post” na minha vida, não saberei responder. Talvez você possa ver exagero no “minha vida”, mas o fato é que já tentei muitos blogs. Desde os 14 anos, crio alguma coisa.
Naquela época, viciado em The OC, One Three Hill, Charmed e Gilmore Girls (além de outras séries em geral), me vi tentado a fazer um só pra falar do assunto. Durou dois anos. Fez parte de uma disputazinha com um amigo meu, mas faz parte. Só que não era muito bem um blog. Era um aglomerado de notícias sem crédito de sites e outros blogs daqui. Deplorável.
Passado isso, tentei novamente por outras vezes e o objetivo era pra falar sobre mim e sobre o que eu pensava. Mas, oi? O que alguém com 16, 17 anos tem pra falar que se possa levar em conta. Daí se tira que não houve sucesso.
Tive fotologs e curtia, sempre levei “à sério”. Até o momento em que começou a faltar foto, tempo e inspiração (sem uma ordem definida). Morreram os fotologs, e fiquei sem expressão na internet. Exagero. Contribui por um tempo bom para um site de futebol, a Trivela, onde conheci pessoas ótimas. Era o anseio de ser jornalista falando. Passou.
Ano passado, criei conta no twitter e comecei a ler novas coisas e quis (voltar a) escrever. Tempo pra manter um novo blog, honestamente, não tenho. Aproveitei as férias pra pensar e criar.
Hoje, me encorajei a tentar, mais uma vez, e aqui está o pontapé inicial. Aliás, sempre conto essa mesma história no primeiro post. Hoje, não foi diferente. Mais uma vez.